Amy Winehouse e meu luto



Um texto que postei 28/10/2008.
Perdoem a repetição, mas ela se faz necessária.


Música e preconceito



Tem uma história no meio futebolístico que é memorável: um técnico solicita uma contratação de um jogador ao presidente do clube. Ao ouvir o nome, o cartola diz sem nenhuma dúvida:
- Este cara não dá! É um mulherengo de marca maior.
- Mas eu não quero ele - responde o "entendido" - para casar com a minha filha, quero pra jogar futebol.

A pedido

Sabem aquela velha história de que o freguês sempre tem razão? Pois é. Será que tem mesmo? Se fizermos uma transmutação de freguês para leitor, talvez eu fale com mais propriedade.
No mesmo dia chegaram dois mails sobre um mesmo texto. Um deles, sabe-se lá qual a razão, elogiando de uma maneira bem entusiástica (inclusive com palavras bastante carinhosas - saliente-se, sem nenhum apelo sexual) meus escritos, digamos, quebrados, recortados, enfim, intercalados. O outro afirmando que prefere frases longas e quase sem interrupção alguma, o que facilitaria para uma leitura rápida e dinâmica além de auxiliar na compreensão. Ufa!